A Londrina que queremos
Alguns municípios brasileiros preocupados em melhorar o seu layout oferecem excelentes calçadas para o trânsito de pedestres, em especial de idosos e cadeirantes. Londrina poderia adotar atitude semelhante servindo de exemplo para a região e para todo o Estado.
A falta padrão para regulamentar o calçamento da cidade acarreta um constante risco de segurança para os transeuntes, além do desequilíbrio estético que permeia esta bela Londrina. É imprescindível que o Município tenha, em seu quadro, profissionais direcionados a projetar as calçadas, estabelecendo modelos para as diferentes regiões do perímetro urbano.
As entradas de garagem e as guias da calçada, por exemplo, não deveriam ser rebaixadas de forma irregular. Deveriam sim ser projetadas com rampas de pouca extensão entre a guia e a rua, no limite do que seria a sarjeta. Seria interessante realizar todas as obras de subsolo ou delinear - ainda nos projetos das calçadas - espaço suficiente para eventual abertura destinada a novas instalações ou reparos das já existentes.
Com suas ruas arborizadas, poderiam ser construídos canteiros à sua volta e neles cada proprietário se responsabilizaria pelo cultivo de flores. Lembrando que é de fundamental importância que essas árvores tenham um porte compatível com a altura dos pedestres e do trânsito dos deficientes visuais.
Como cidadã londrinense, gostaria de me unir a outras pessoas nas sugestões interessantes e pertinentes para todos que desejam uma Londrina diferente e admirada por todos aqueles que por aqui passam. Todos nós deveríamos nos compromissar com os cuidados para com esses benefícios, pois a beleza de Londrina depende antes de tudo de cada um de nós e do nosso orgulho de sermos londrinenses.
JULIETA ARSÊNIO é psicóloga especialista em comportamento de trânsito em Londrina



Para um glorioso alvorecer
Os maias foram profetas a seu tempo, mas não todos, porque também havia entre eles os cidadãos comuns. Habitavam a península de Yucatan, no México, e os sacerdotes (que eram os sábios e iluminados) se intercomunicavam com seus iguais egípcios e os incas, isto há três mil anos. Para isso tinham seus meios, porque esses grupos já dominavam uma vasta gama de conhecimentos. Na verdade nada é novo na face da Terra, em todos os campos e inclusive nas tecnologias, e o que agora a humanidade faz e conhece é apenas o reavivar da memória remota. Porque tudo já existiu, e muitos dos nossos ancestrais somos nós mesmos.
Em nossos dias, entre os seres deste planeta que carregam grandes missões, encontram-se atlantes e lemurianos, e tudo o que hoje temos de avançado, em nosso mundo científico e tecnológico, nada mais é que a redescoberta do que já houve. Nítidas imagens da antiguidade, gravadas em pedra guardada no Templo de Abydos, no Egito, mostram aviões, helicópteros e naves espaciais.
Da catástrofe atlante nenhuma pesquisa arqueológica recuperará algo, porque tudo foi tragado pela terra e coberto pelas águas. Agora as ''escavações'' acontecem no campo da nossa memória celular. Uma legião de iluminados seres que já viveram na Terra em eras remotas, agora retorna (em roupagem física), para voluntárias missões, e muitos já estão aqui. Da mesma forma que Jesus e a plêiade de avatares e outros sábios e missionários tiveram de se fazer humanos quando seus resplandecentes corpos de luz aqui ancoraram.
Hoje estamos vivendo grandes tribulações, que ainda terão continuidade, enquanto paralelamente uma substancial parcela de obreiros terrenos se dedica a aplacar impactos, à proteção social e ambiental e à busca da elevação consciencial da humanidade. Depois de tudo, ainda neste milênio, assistiremos a um glorioso alvorecer. Nossos pósteros - que serão muitos de nós - aqui estarão para construir e vivenciar esse novo mundo.

WALMOR MACARINI é jornalista em Londrina

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