ESPAÇO ABERTO
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Dirceu Cardoso Gonçalves<BR>Walmor Macarini 
A segurança nos hospitais
Os vereadores de São Paulo acabam de aprovar a lei que obriga as maternidades e hospitais da cidade a colocar pulseiras eletrônica nos bebês e monitorar as portas dos seus prédios. Pretendem, com isso, evitar o roubo de crianças. A iniciativa é meritória mas incompleta. É certo que os recém-nascidos correm risco de ser levados indevidamente mas, além deles, todos os pacientes que estejam sedados ou impossibilitados de reagir poderão ser presas fáceis de psicopatas ou criminosos. Logo, a proteção deve ser garantida a todos os internados e até a seus acompanhantes.
Na última quarta-feira, um bebê de apenas três horas de vida foi raptado num hospital de Apucarana por uma mulher que, em trajes que sugeria ser enfermeira, compareceu ao quarto e disse que iria levá-lo para ''fazer o teste do pezinho''. Felizmente, a criança foi encontrada horas depois, mas nem sempre ocorre esse desfecho feliz.
Além dos maníacos e criminosos que possam raptar as criancinhas, não é demasiado pensar que algum louco ou interesseiro, por iniciativa própria ou a soldo de terceiros, até do crime organizado, pode invadir os estabelecimentos e contaminar a água, interromper o abastecimento de eletricidade para os centros cirúrgicos, UTIs e outros setores vitais ou ainda cometer uma série de outros desatinos. Por conta da possibilidade desses ataques, todos os hospitais brasileiros deveriam, além da ala administrativa e das especialidades curativas, possuir um corpo de segurança. Afinal, lidam com vidas humanas, o maior dos bens.
DIRCEU CARDOSO GONÇALVES é tenente e dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo
Os nossos coirmãos extraterrenos
É ingenuidade supor que em toda a vastidão universal só haja vida na Terra e que nos céus só habitam as divindades. Isto sugere que Deus cometeu um desperdício ao haver criado uma quantidade sem fim de galáxias, com seus quintilhões de astros e imensuráveis espaços. Revelações da ciência não convencional (em muitos casos vanguardista) nos fala que só iguais ao nosso planeta existem milhões, com habitantes muito semelhantes a nós - e esta é apenas uma pálida amostragem. Os telescópios terrenos ainda não os alcançam.
A revelação da existência de coirmãos de outros mundos nem seria necessária, bastando expandir a imaginação e o olhar para os limites alcançáveis do Cosmo. Os seres que ali vivem certamente nos visitam, da mesma forma que o homem foi à Lua e colocou sondas em pontos longínquos do nosso sistema solar. Já nos tempos bíblicos éramos visitados por alienígenas, com suas carruagens de fogo.
Toco neste tema porque a Aeronáutica brasileira acaba de anunciar que liberará ao público tudo o que disponibiliza sobre naves extraterrenas e contatos. A decisão é um avanço e derruba barreiras do sigilo, ainda fortes em sistemas governamentais do mundo, EUA incluídos, embora isso não tenha impedido que autoridades isoladas e renomados cientistas se pronunciem contra essa blindagem, como de quem pretenda tapar o sol.
Seres extraterrestres (de diferentes origens e intenções) circundam constantemente a Terra. Existem registrados 11 milhões de relatos e imagens sobre Ovnis, e não serão algumas fraudes que irão invalidar a realidade. Por óbvia precaução, muitas naves tornam-se invisíveis aos olhos e radares. Apesar de contenções à divulgação desses fatos, respeitáveis instituições científicas vão avançando em seus estudos e comprovações. Até o ponto em que não será mais possível acobertar a verdade.
WALMOR MACARINI é jornalista em Londrina


