Diferentes olhares às mulheresGrande parte da sociedade brasileira entende que no século XXI a palavra ''mãe'' traz um novo e irreversível sentido, diferente de seu significado de 30 anos atrás em que mãe estava associada única e exclusivamente ao lar e aos filhos. A mulher, mesmo inserida num ambiente de competitividade profissional, continua amável com seus filhos, comprometida com seu sucesso profissional e com o mais perfeito desenvolvimento do núcleo familiar.
Porém, nossa sociedade muitas vezes continua a olhar a mulher com o desprezo ao sexo frágil do século passado. Existem empresas que ainda consideram a mulher um trabalhador que está sujeito ao maior número de faltas devido às suas responsabilidades maternas ou até mesmo pela possibilidade de ser mãe. O sexo feminino ainda vive a discriminação profissional: a julgam como uma profissional que deve valer ao menos 20% menos que o homem. A mesma sociedade tanto a valoriza nas semanas que antecedem o Dia das Mães com o intuito de vender mais em função de um mero domingo de maio.
Muitas de nossas mulheres já nascem herdeiras de um Brasil sórdido para com elas, que as vê crescer sob alimentação salvadora proposta por outras grandes mulheres como a eterna Zilda Arns. O Brasil que assiste imóvel à salvação dessas pequenas mulheres por outras grandes é o mesmo que continua imóvel quando se depara com a evolução dessas meninas se encaminharem à prostituição infantil à beira de uma rodovia qualquer.
Nós, empresários deste Brasil que vive com um pé no século atual e outro no passado, devemos enxergar que a mulher das mais diferentes classes sociais venceu e continua vencendo a cada novo dia os desafios não apenas de uma vida profissional. Enquanto profissionais, devemos colocar em prática nossa parcela de contribuição às mulheres que se destacam pela gana de vencer seus objetivos profissionais sem abdicar da ternura e da responsabilidade de ser acima de tudo, mãe.
LEANDRO BERNARDI é presidente da Associação de Lojistas do Catuaí Shopping Center em Londrina



Frases soltas ao acaso
  En­quan­to dur­mo vou ano­tan­do as fra­ses que os an­jos da noi­te me sus­sur­ram: 1) Aque­le que não sa­be, mas é cons­cien­te de que há um sa­ber ­além do que sa­be, es­te sa­be. 2) Se um cão bra­vio se aquie­ta quan­do vo­cê se apro­xi­ma de­le é por­que vo­cê é uma boa pes­soa; 3) Vo­cê po­de en­ga­nar a mui­tos, mas não con­se­gue en­ga­nar seu cão; 4) Se uma crian­ça gos­ta de vo­cê, to­dos gos­tam de vo­cê; 5) Quan­do a pes­soa é de­li­ca­da, até a rou­pa lhe as­sen­ta bem; 6) Se o cha­péu cai e vo­cê não o jun­ta, ele não cai­rá ­mais; 7) Je­sus ­veio en­si­nar, e en­si­nou, mas o ho­mem ­achou ­mais cô­mo­do fa­zer-lhe pe­di­dos; 8) Não se de­ve de­sa­fiar o bru­to so­bre al­go de mau que ele pos­sa nos cau­sar, por­que ele é ca­paz de fa­zê-lo tão-so­men­te pe­lo de­sa­fio; 9) Se que­re­mos a chu­va não po­de­mos mal­di­zer o sol es­cal­dan­te; 10) Não é pos­sí­vel con­tro­lar o mun­do, mas po­de­mos con­tro­lar a nós mes­mos; 11) Quan­do o ego se so­bre­põe à sa­be­do­ria, não gos­ta­mos que al­guém nos di­ga al­go que nos fa­ça pen­sar; 12) Se uma afir­ma­ção é cor­re­ta, ela se sus­ten­ta por si mes­ma; se não é, di­lui-se co­mo ­água em ter­ra se­ca; 13) En­tre o mes­tre equi­vo­ca­do e o ig­no­ran­te é pre­fe­rí­vel o ig­no­ran­te; 14) O ­ódio é uma pre­ce in­ver­ti­da, e ­quem crê no po­der da pre­ce de­ve sa­ber do po­der do ­ódio; 15) Os san­tos en­tram em to­das as igre­jas, mes­mo na­que­las que não acre­di­tam ne­les; 16) Não de­ve­mos nos frus­trar por não exe­cu­tar o ins­tru­men­to mu­si­cal, bas­ta ou­vir a mú­si­ca; 17) Ex­pe­riên­cia não pres­su­põe ga­ran­tia de co­nhe­ci­men­to, por­que a pes­soa po­de ter a ex­pe­riên­cia de co­me­ter o mes­mo er­ro du­ran­te mui­tos ­anos; 18) A mu­lher sem­pre te­ve os mes­mos an­seios atra­vés dos tem­pos; a di­fe­ren­ça é que ho­je ela os ma­ni­fes­ta; 19) Meu pai, ao fa­zer-me ho­mem, pre­ci­sou da aju­da de uma mu­lher; 20) Pes­soas de pou­ca con­vic­ção sem­pre ne­ces­si­tam de al­guém que as li­de­rem; 21) ­Quem se une se se­pa­ra, por­que ao ­unir-se em blo­cos se­pa­ra-se do con­jun­to; 22) A ­união faz a for­ça. Sem­pre con­tra al­guém; 23) Os es­tu­da­dos fa­zem as guer­ras; os sá­bios não; 24) Ser li­vre é com­preen­der a li­mi­ta­ção do es­pa­ço tri­di­men­sio­nal em que se vi­ve e den­tro de­le vi­ver to­das as li­ber­da­des; 25) Com di­nhei­ro po­de-se com­prar tu­do que o di­nhei­ro po­der com­prar, mas na­da ­além dis­so; 26) Com­prei uma lu­ne­ta po­ten­te pa­ra ver ­Deus e por ­meio de­la o sur­preen­di olhan­do pa­ra mim.
WAL­MOR MA­CA­RI­NI é jor­na­lis­ta em Lon­dri­na

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