Apó-caarã-anã
Marcelo Rissato
No inicio do século XX a região norte do Paraná, onde hoje está localizada a cidade de Apucarana era ocupada por posseiros e grupos indígenas, uma vez que a área colonizada no norte era a região de Siqueira Campos, Jacarezinho e imediações, uma região conhecida como Norte do Paraná. Hoje essa área mais ao norte recebe a alcunha de ''Norte Velho''. Com a vinda dos ingleses e a fundação de empresas como a Paraná Plantation e Cia de Terras Norte do Paraná, houve a fundação de Londrina como o inicio, consequentemente Apucarana e em seguidas outras cidades surgiam.
Devido ao local possuir grupos indígenas, a cidade se originou sobre uma das áreas mais altas, no topo da Serra do apó-caarã-anã, e a junção dessas palavras que significa imensa floresta no alto da serra, ou seja, aquela que está ''mais perto do Criador'' se transformaria na bela cidade de Apucarana de hoje.
O nome indígena se deu por causa da imensa mata que cobria essas terras, rodeada de belezas naturais cujo horizonte a imagem belíssima e o azul constante do céu tão próximo da terra como se Deus ali abençoasse aquele solo sagrado. Devido à mata fechada ao som dos bem-te-vis e das arapongas que aos montes fazia dali seu refúgio, iniciou-se as primeiras construções que se transformaria na linda, bela e tão importante cidade que hoje é a nossa ''Apucarana'' tão querida e fundamental para o desenvolvimento do estado do Paraná e do país.
Sobre a terra roxa do norte novo do estado Apucarana cresceu e se desenvolveu e hoje, 28 de janeiro, completa 66 anos.
Apucarana hoje, em pleno século XXI é um exemplo de crescimento, uma vez que em sua trajetória já passou por muitas dificuldades, porém sempre superando com sabedoria atraindo progresso e muita riqueza, fazendo com que seus conterrâneos sintam orgulho desta dadivosa terra amando e se orgulhando sempre de pisar nesse solo roxo. Parabéns Apucarana pelos seus 66 anos.
MARCELO RISSATO é professor em Arapongas


As cirurgias não convencionais

Walmor Macarini
Os denominados médicos do espaço - que são profissionais da medicina que já deixaram esta vida e continuam dedicando-se à cura de pacientes terrenos por espontânea doação - não atuam apenas por via mediúnica mas também auxiliam os colegas aqui da Terra em seus diagnósticos, cirurgias e pesquisas. Estes não sabem que são auxiliados, mas essa ajuda é frequente e percebida. Assim ocorre também com outras atividades, porque tudo no universo se inter-relaciona.
Segunda-feira o Jornal da Band mostrou rápida reportagem sobre cirurgias e curas mediúnicas, propiciando a oportunidade de falarmos sobre esse tema, que ainda causa reação no âmbito das associações médicas. O mais conhecido agente dessas operações cirúrgicas é o médico Dr. Fritz, nascido na Alemanha e que depois de seu desenlace continuou com a missão de curar aqui na dimensão terrena, por via da incorporação em médiuns. O Dr. Hansen, outro médico alemão desencarnado, foi o citado na reportagem.
Supõe-se que os instrumentos rústicos utilizados tenham apenas efeito simbólico, porque esses médicos revelam que os equipamentos procedem do plano invisível, assim como os remédios. Tudo ocorre sem dor e sem hemorragia. A medicina convencional não é desprezada pelos médicos do espaço, e eles também admitem que pode haver reincidência de uma doença, assim como ocorre aqui. Eles são obreiros voluntários e colegas idênticos, e, pelos seus relatos, não desejam sobrepor-se. O descumprimento de promessas do paciente feitas antes da cirurgia pode ensejar o retorno do mal.
Não acontece milagre nessas curas. Trata-se apenas de um processo natural, pelo domínio das leis da natureza espiritual. Aos poucos essa ciência médica vai sendo reconhecida pela medicina terrena, sem desprezo do que faz o sistema acadêmico. Um complementa o outro. Em meio a tanta dor e sofrimento, tais ajudas não podem ser dispensadas. Já não cabem reações a essas cirurgias. Ao contrário, se deveria buscar mais conhecimentos a respeito e estabelecer um intercâmbio científico (que é possível) entre estas duas correntes.
WALMOR MACARINI é jornalista em Londrina

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