ESPAÇO ABERTO
Cirurgia bariátrica cura diabetes?
Alberto Toshio Oba
Muito tem se falado sobre a cura do diabetes através de cirurgia. Desde a popularização da cirurgia da obesidade notou-se que pacientes obesos com diabetes tipo II submetidos à cirurgia bariátrica ficavam curados ou melhoravam consideravelmente da doença. Não era somente uma questão de perda do peso, pois esta melhora já se manifestava na primeira semana após a operação, muito antes de haver um emagrecimento significativo.
Vários estudos têm sido conduzidos para saber o motivo deste efeito tão desejável. Descobriu-se que vários hormônios são produzidos pelo trato gastrointestinal e que a cirurgia provoca alteração na secreção destas substâncias. Algumas delas, chamadas de incretinas, particularmente têm efeito sobre o pâncreas e diminuem a resistência periférica à insulina.
Devemos considerar que existem dois tipos de diabetes. O tipo I no qual o organismo não produz insulina, e o tipo II ou do adulto no qual a quantidade de insulina é normal ou até mesmo aumentado, mas esta insulina não consegue fazer com que a glicose, que é a fonte energética básica do nosso corpo, seja introduzida no interior da célula.
Parece que as alterações hormonais provocadas pela cirurgia são responsáveis pela cura ou melhora significativa do diabetes tipo II no paciente submetido a esta cirurgia. Aparentemente, os efeitos são duradouros, pois não se conhece até agora a reversão do quadro nos pacientes operados. Então a cirurgia é a solução para o diabetes do tipo II? Ainda é cedo para fazer esta afirmação. A indicação da cirurgia para o obeso diabético está bem definida, mas para o diabético magro ainda não foi estabelecida. Vários estudos estão sendo feitos para saber se a operação produz o mesmo efeito em diabéticos magros e, em caso positivo, qual seria o melhor tipo de operação.
Por enquanto, minha orientação para o paciente diabético magro é esperar para ver a evolução dos estudos. É preciso ter paciência e ponderar de modo racional e à luz da ciência os resultados obtidos. Não há nada melhor no momento do que a mudança de estilo de vida: atividade física e alimentação adequada, além de um bom acompanhamento médico.
ALBERTO TOSHIO OBA é cirurgião em Londrina
Elevar as nossas frequências
Walmor Macarini
Tempos novos são chegados e cortinas se levantam. O arcanjo Miguel fala aos sensitivos do mundo e recomenda que afastem o medo do desconhecido e se conectem mais intensamente aos seus Eus Superiores (o reino dentro de nós de que nos falou Jesus) e não confiem apenas na orientação que emana dos outros. E nos acena que o espírito vai se soltando das algemas da dimensão em que nos encontramos, e isto não ocorre sem turbulências. Nós já as estamos vivenciando. Elas se manifestam em forma de guerras, tempestades, crises financeiras, desastres, assassinatos e outras tragédias humanas, tudo caminhando paralelamente a um despertar de consciências.
Muitos estão indo de roldão nessas avalanches, e isto é parte do processo. Mas a ajuda dos co-irmãos das elevadas esferas está presente e há muitas indicações de caminhos a seguir, por isso precisamos estar atentos aos sinais e às oportunidades. É preciso que elevemos nossa frequência para nos sintonizarmos com eles, porque nossos pensamentos, sentimentos, palavras e atos de baixa densidade nos colocam fora dessa conexão. Tudo no universo se move por vibrações e ondas de frequência.
Devemos saber que somos corpos de luz e não seres abandonados ao léu. Há uma enorme legião de iluminados seres nos auxiliando nesta travessia, porque eles sabem o que viemos fazer aqui porque também são parte desta jornada e que muitos de nós temos nos desviado dos projetos que traçamos para a missão terrena, antes de aqui aportar. Temos que nos saber poderosos e não minúsculas criaturas, porque somos co-criadores de amor, luz, paz e alegria nos afiança o arcanjo. Precisamos nos harmonizar com o medo, encará-lo de frente, administrá-lo e aprender com ele, e então iremos verificar que ele se dissipa.
Devemos nos saber fortes, porque nutridos do poder de Deus, este algo abstrato que desconhecemos mas que podemos ver e sentir, bastando olhar para nós próprios e ao redor. Não podemos permitir que as formas-pensamento negativas nos dominem. Comecemos por olhar as outras pessoas, em qualquer posição em que estejam, como seres iguais a nós e esperar delas o melhor.
WALMOR MACARINI é jornalista na FOLHA DE LONDRINA





