Cooperativismo, esse é o modelo

Sérgio Cintra Feijó
  É da natureza humana a competitividade. Desde a concepção, a luta pela sobrevivência ou liderança, é inerente ao homem. Entretanto, ao longo da história da humanidade nota-se que grandes realizações e feitos nunca foram obras do ‘‘exército de um homem só’’.
  No início da década de 80 (século XX), o meio acadêmico discutia qual seria o modelo socioeconômico e político que seria aplicado no século seguinte. Capitalismo ou socialismo?
  E defendia-se que haveria uma revolução gerencial, em que as grandes corporações ditariam as regras através do poder econômico e assumindo o papel social que o governo exerce deficientemente.
  Em meio a esses modelos, evidencia-se o fortalecimento do cooperativismo. Esse modelo, que nasceu em meados do século XIX, possui características extremamente modernas. Por que atuais e modernas? Porque o cooperativismo consegue extrair o que existe de bom no capitalismo enquanto gerador de negócios e lucros, com o que existe de bom no modelo socialista que é a preocupação com o atendimento dos interesses sociais.
  O cooperativismo capacita e qualifica os participantes, apóia e dá sustentação na geração de riquezas, bem como cria auto-sustentabilidade para o desenvolvimento social.
  Se trabalharmos o sentido de cooperativismo em sua essência, certamente a sociedade passará por uma mudança cultural, vivendo os benefícios da correção dos desníveis sociais e injustiças que trarão uma convivência harmoniosa e colhendo os frutos de um país com melhores indicadores de desenvolvimento humano, redução do analfabetismo e violência urbana.
  O cooperativismo liberta o homem do individualismo e direciona para a coletividade, que aí sim, gera grandes obras.
  Sem discursos demagógicos ou utopias, o cooperativismo administrado de forma completa, demonstra que há um terceiro modelo socioeconômico e político que com competência faz acontecer o que todos nós esperamos: um modelo prático e aplicável, onde nenhuma verdade seja absoluta.
  ‘‘Nem capitalismo, nem socialismo. Mas sim, cooperativismo’’. Um grande exemplo que vem de um grande Estado como o nosso, que prova que o Brasil tem uma alternativa de se projetar no cenário mundial como desenvolvido e justo.
SÉRGIO CINTRA FEIJÓ é professor de graduação e pós-graduação e consultor de empresas em gestão e estratégia empresarial em Londrina


Logo conheceremos nossos vizinhos

Walmor Macarini
  Os nossos vizinhos que habitam o mesmo sistema galáctico têm relação estreita conosco, e grande número deles já faz contato mas ainda não com freqüência de massa. São seres da quarta, quinta e sexta dimensões. Eles já habitaram nosso planeta tridimensional e são os precursores da raça humana. São nossos ‘‘parentes’’ mais velhos, e naturalmente mais evoluídos, em todos os sentidos. Aos poucos iremos interagindo mais intensamente com eles.
  Eles têm um envolvimento com a Terra, assim como temos relações com os povos de todos os pontos do planeta que habitamos. Até anos recentes não nos comunicávamos com nossa gente pela internet, e agora isto acontece normalmente. Se vinte anos atrás alguém dissesse que isso seria possível, ninguém acreditaria. Há pouco mais de cinco décadas não se imaginaria que veríamos, ao vivo, imagens transcontinentais de TV, e até recentemente não se acreditava - se alguém viesse nos dizer - que poderíamos enviar e receber mensagens, vozes e imagens através de um aparelhinho de bolso - o celular. E nem que um minúsculo pen drive poderia armazenar milhares de músicas e vozes.
  O próximo passo serão contatos diretos com esses nossos ancestrais cósmicos que habitam pontos diversos de nossa mesma galáxia. Há um comando intergaláctico - e entre seus membros uma divindade muito cultuada neste mundo - preparando a população da Terra para esse novo evento. E então certas religiões terão de rever seus conceitos acerca de muita coisa. O primeiro ensinamento será que não estamos sós no Universo, embora ainda hoje haja pessoas acreditando que os bilhões de galáxias com seus quintilhões de corpos celestes foram criados para deleite dos olhos humanos - e alguns nem visíveis são, mesmo por via dos potentes telescópios.
  As revelações que nos chegam são de que as formas de vida nessa nossa vizinhança próxima são similares às da Terra, com a diferença de que mais evoluídas e que já abandonaram as competições e vivem em harmonia. As Escrituras falam das ‘‘muitas moradas’’ (visíveis e invisíveis), mas certas religiões, por não entenderem isso, se calam. Nosso planeta está caminhando nesse rumo evolutivo mas até ainda haverá muita turbulência - necessária para a causa da purificação - e muita divergência, porque os contrários se contorcem ante as revelações novas que vão chegando aos borbotões, sem que consigam detê-las.
  Há dois mil anos Jesus disse, ante a curiosidade de seus seguidores sobre os mistérios: ‘‘Não entendereis ainda’’. Agora está chegando a hora, e o espírito do mesmo Jesus se manifesta, para que entendam. Quem tem olhos de ver, ouvidos de ouvir e entendimento de entender, vê, ouve e entende.
WALMOR MACARINI é jornalista na FOLHA DE LONDRINA


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