ESPAÇO ABERTO
É preciso fazer a lição de casa
Célio Camilo
Muito se tem falado nos últimos dias a respeito do aquecimento global e como deve ser o nosso papel diante desse grave problema mundial que está fugindo do controle. Precisamos evitar os desmatamentos da Amazônia? Ter veículos que consomem menos combustível ou que haja novas tecnologias alternativas para o combustível? Como anda o nosso biodiesel?
Ante essas dúvidas, temos problemas ambientais dramáticos diante de nossos olhos e nada estamos fazendo para resolvê-los e salvar nossa querida Londrina. A cidade sofre com seu desenvolvimento e crescimento de forma desordenada.
Podemos tomar como exemplo o lixo jogado nas ruas, nos fundos de vale, o aumento das áreas impermeabilizadas na cidade e o corte das árvores sem critérios. Todos estes problemas acarretam a contaminação e poluição das águas, um bem precioso e cada vez mais escasso no mundo.
O ambiente pede socorro. Ele é semelhante ao nosso corpo: todos os órgãos são importantes para que o organismo funcione em perfeitas condições. Para que a cidade tenha um ambiente equilibrado, é necessário muito além das árvores que nos proporcionam sombra e umidade do ar. Necessitamos urgentemente de pessoas conscientes que não destruam o meio aonde vivem e que sejam comprometidas com práticas e atitudes ecologicamente corretas.
No caso dos fundos de vale, infelizmente o problema é ainda maior. Além da questão da desova de entulhos diariamente, temos a questão das invasões. Logo em seguida vem o desmatamento e as queimadas. Isso sem falar nos esgotos a céu aberto. Onde está a qualidade de vida das pessoas que vivem ao seu redor? Todos essas ocorrências estão diretamente ligadas ao aquecimento global. Portanto, devemos fazer primeiro a lição de casa: resolver os problemas de Londrina. E as plantas exóticas? Não trazem benefícios ao meio ambiente? Por que então erradicá-las?
Outro fato pouco discutido é do aumento das áreas impermeabilizadas, principalmente no centro. O impedimento da infiltração das águas da chuva provoca inundações e leva lixo e terra para o leito dos rios, encarecendo o tratamento da água. Essa impermeabilização, aliada à ausência de árvores nas ruas e quintais, auxilia no aumento da temperatura. Precisamos refletir, repensar e mudar nossos hábitos e contribuirmos para a redução da temperatura. Se fizermos primeiro nossa lição de casa, estaremos contribuindo com o planeta.
CÉLIO CAMILO é biólogo e professsor da rede estadual de ensino em Londrina
Porque a morte de Diana comoveu o mundo
Walmor Macarini
Nada comoveu tanto a humanidade quanto a morte da princesa Diana, que encerrou sua missão terrena em 31 de agosto de 1997. Na Europa, nas Américas, no continente africano, na Oceania, na Índia, no Japão, na Rússia, nos países árabes e inclusive na China, houve uma comoção silenciosa que durou pelo menos três dias. Tamanha tristeza, a um só tempo, foi um fato inédito na Terra.
E não porque ela era princesa ou porque os veículos de comunicação tanto falaram dela ao longo de sua vida. Mas porque Diana procedia do Reino das Fadas - uma realidade dimensional dentre as muitas moradas - e ela tinha uma freqüência vibracional consonante com o reino humano. A dor coletiva ante sua morte promoveu uma limpeza neste campo denso de tantas atribulações humanas. Porque foram mais de 5 bilhões de pessoas postadas, de certa forma, em estado de prece.
Mensagens que, logo após a sua transcendência, foram enviadas por seres das elevadas esferas, revelam que a vinda dessa fada ao nosso planeta não foi uma ocorrência comum. Diana veio - em forma física e em forma de princesa - trazer para a consciência humana a essência vibratória do mundo das fadas. Não por acaso as histórias de fadas povoam as mentes humanas, em forma de lendas. Porque fadas existiram e fadas existem. Todas as lendas são memórias remotas de realidades.
A radiância de Diana era uma qualidade originária de sua identidade de fada. Pela via natural do ventre materno - para ganhar a forma humana - seu espírito entrou na realidade tridimensional terrena através de um portal especial que se abriu. Como embaixatriz das fadas no mundo humano, ela injetou no campo vibracional planetário uma freqüência de energia diretamente de seu Reino.
Tendo descido à Terra, ela ficou sujeita a vivenciar emoções pertinentes a este planeta. Como acontece com qualquer ser vivente deste plano. Jesus também viveu emoções físicas. Ela foi uma abridora de caminhos para que outros seres de seu Reino se manifestassem aqui. Nosso planeta já está povoado de alienígenas (com formas humanas) procedentes dos mais diversos pontos do Universo.
Diana ampliou o portal para que outras fadas começassem a nascer (como já estão nascendo) em famílias humanas. Isto ocorre porque uma nova ordem planetária se instalou e vem se expandindo, e se manifesta por turbulências - que processam grandes limpezas e purificações - mas também por gloriosas revelações. Todos se comoveram com a morte de Diana, e as pessoas nem sabiam por que. Mas uma razão havia. Não por acaso as histórias de fadas foram tão intensas e guardadas na memória das pessoas até a velhice. Os contos escritos não foram casualidade. Nossas almas tiveram, em certo tempo de nossas múltiplas transmigrações, alguma experiência com o Reino das Fadas.
Modalidades de cura, emanadas desse Reino, surgirão na Terra, mesmo que não se vá identificar a procedência. O mundo terreno foi incômodo para Diana, por causa de sua origem feérica, por isso ela teria de deixá-lo em pouco tempo. Nada foi casual. Amanhã - 10º aniversário de sua morte - será certamente um dia em que muitos doarão flores à fada-princesa.
WALMOR MACARINI é jornalista na FOLHA DE LODRINA
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