Iniciando a jornada
Lair Ribeiro


Como você está hoje? Conseguiu realizar todos os seus sonhos ou só alguns? (Será que você já desistiu de sonhar?) Quantas coisas você deixou de fazer por achar que não daria certo? Você está satisfeito com o que já conquistou na vida ou quer mais? Afinal, o que falta para você ter a vida que sempre quis? Talvez você não saiba o que falta, por isso começou a ler este artigo. Ótimo! Então, vamos iniciar a jornada pessoal para saber viver. Quem sabe viver, tem sucesso e é feliz.
Carlos, vizinho do Cláudio, comenta: ''O Cláudio é que sabe viver: anda todo elegante, só vive viajando... Já deve conhecer o mundo inteiro''!
Mas o Cláudio, coitado, não gosta nada de passar a vida nas nuvens. Ele queria, mesmo, é passar a vida nas ondas. E, lá com os botões de seu terno, ele pensa: ''Toninho, o surfista, é que sabe viver...''
Saber viver tem um sentido diferente para cada pessoa. Para uns, saber viver é ter um carro novo; para outros é ser promovido no emprego; para outros, ainda, é ter fama, dinheiro e assim por diante.
Ah, o Toninho? Ele é um sucesso! Tem uma coleção de medalhas conquistadas na ondas do Hawaí, ganha muito dinheiro com a sua grife de roupas de neoprene, mora de frente para o mar... Enfim, ele conseguiu tudo o que sempre quis. É. A vida é assim: quem sabe viver, vai atrás de seus sonhos. E quando os alcance, ganha o sucesso, como recompensa!
Contudo, não se deve confundir sucesso com felicidade. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa... Bem, outra coisa pode ser outra coisa, ou pode ser a mesma coisa. Sucesso é sucesso e felicidade é felicidade. São coisas diferentes, você concorda? Mas podem ser a mesma coisa. Veja bem: sucesso é conseguir o que se quer e felicidade é querer o que se conseguiu. Felicidade é um estado de espírito.
Um milionário, que mora em uma cobertura e tem três carros importados na garagem, pode estar profundamente infeliz e insatisfeito, porque, por exemplo, acabou de ter uma briga feia com os filhos. Por outro lado, um pescador que tem um barraco em uma vila e consegue trazer do mar um peixe por dia, vive feliz.
No caso do Toninho, o surfista, ele tem sucesso e é feliz, pois conseguiu o que queria e quer tudo o que consegue da vida. Aliás, ele mora perto do pescador. E quando o mar não está pra onda nem pra peixe, os dois ficam jogando cartas e conversando sobre a vida.
Felicidade não depende do que você tem, mas da forma como você aceita as coisas que consegue na vida. Se você só quer sombra e água fresca e a vida lhe dá um peixe por dia, ótimo! Você pode ser feliz. Mas se você quer mais do que isso e a vida tem lhe dado só um peixe por dia, você também pode ser feliz. E bem-sucedido. Basta querer o que está conseguindo da vida e aprender como tornar esse peixe rentável.
LAIR RIBEIRO é médico palestrante internacional e autor de vários livros que se tornaram best sellers no Brasil, América Latina e Europa

Poupar ou gastar?
Rodolfo Montosa


Quem não poupa, gasta. Quem gasta, não forma patrimônio. Quem não forma patrimônio, está fadado a ter uma velhice sem segurança financeira.
Com esse pensamento simples, mas real, o Sistema de Consórcios tem ajudado o brasileiro a construir seu patrimônio e realizar seus sonhos de aquisição de sua moto, carro, caminhão ou da casa própria, dentre tantos outros bens duráveis. São mais de quarenta anos cumprindo essa missão.
A verdade, contudo, é que poucos brasileiros conseguem ficar firmes no objetivo de separar uma parte de seus rendimentos para construir um futuro. Vivemos em um ambiente onde cada vez mais as pessoas comprometem sua renda futura pelo prazer do agora, endividando-se e pagando demasiadamente pelos juros e encargos desses empréstimos.
A oportunidade de virar esse jogo pode ser através do consórcio. Desde o primeiro salário, o jovem deveria habituar-se a separar um pedaço de sua renda. Quando mais de uma pessoa trabalha na família, todos deveriam juntar-se com o objetivo de separar um pedaço da renda familiar para um objetivo comum maior da compra do veículo, do segundo veículo ou da casa própria.
É importante notar também que, quando o brasileiro poupa sem um destino certo, qualquer motivo justifica o resgate o que se guardou. Assim temos no Brasil mais de 18 milhões de contas de caderneta de poupança inativas. Começaram mas não continuaram.
No consórcio existe um destino muito bem definido. Quem poupa para comprar uma moto, por exemplo, sabe que o fruto de seu esforço será atingido. Isso com R$ 3,00 por dia é possível. Quando realiza seu sonho ao ser contemplado, pode começar a sonhar novamente com um carro seminovo. Assim a vida vai seguindo e as pessoas vão formando seu patrimônio.
Quem faz consórcio protege-se do consumo, forma poupança, constrói patrimônio e assegura um futuro melhor. Poupar ou gastar: qual a sua decisão?
RODOLFO MONTOSA é empresário em Londrina e presidente Nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac)

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