Você necessita de férias conjugais?

Moacir Costa
  As férias de julho estão chegando e nada melhor que tirar alguns dias e aproveitar para passear com os filhos ou com a pessoa que amamos. Aliviar a cabeça e reduzir as tensões em tempos tão difíceis e preocupantes, é vital para nosso bem estar. Ás vezes, você está precisando ficar consigo mesmo. Por outro lado, você já pensou em dar umas férias para o seu casamento, que anda sobrecarregado, morno e sem maiores vibrações? As férias conjugais podem ser altamente benéficas para uma relação amorosa, um distanciamento necessário que acaba sendo positivo para o casal.
  Conviver em tempo integral não é tarefa fácil. Deve-se manter a divisão entre o que é de um e de outro. Não no campo material, mas no setor de idéias projetos e valores. Quando os casais perdem suas individualidades em função da proximidade excessiva há um prejuízo muito grande. Podem ocorrer períodos de insatisfação que fragilizam a parceria.
  O ideal é tentar resolver sempre os problemas, assim que eles surgem. Sem jogar a poeira para baixo do tapete, fica mais fácil manter limpa e esclarecida a relação. É claro que existem períodos em que um ou outro, por razões como o estresse ou algum outro problema emocional, estão mais fechados para o diálogo. É importante compreender que se trata de uma fase passageira e depois tentar novamente a aproximação para uma conversa franca.
  Nesse sentido, o distanciamento pode ser positivo, afinal contribui para reativar aqueles sentimentos que costumam ser um tempero a mais para a relação: o carinho, a atenção, a vontade de estar junto. Eles fornecem elementos novos para o casal, possibilitando o aparecimento da saudade. Saudade daquele olhar, daquele gesto, daquele afago.
  As férias separadas também dão a oportunidade para os parceiros desenvolverem tarefas e atividades individuais, como ler um livro, assistir a programas de TV, viajar e resgatar antigas amizades. Muitas vezes, na rotina de um casal, é muito difícil reconhecer a importância desses fatores ou mesmo sobrar algum tempo para se dedicar a esses programas tão gostosos. Viver junto pode trazer vários vícios para o relacionamento, desgastes que só são percebidos quando há uma breve separação. Contudo, muitos a consideram dolorosa ou perigosa, pois o distanciamento pode facilitar a infidelidade. Não é verdade. A traição, em geral, ocorre enquanto o casal vive a sua enfadonha rotina.
  As férias conjugais servem, ao contrário, para reavivar emoções e trazer nova vibração à vida a dois. Dessa forma, é fundamental reservar um tempo para essas ‘‘fugas solitárias’’. Certamente, elas irão permitir um novo e revigorante encontro. Após algum tempo separado, o casal normalmente retorna com ânimo e pique incomuns, inclusive na área sexual.
MOACIR COSTA é médico psicoterapeuta em São Paulo e autor do livro ‘‘Mulher: a conquista da liberdade do prazer’’


O HIV é uma mentira

Roberto Giraldo
  O mundo contemporâneo vive uma época de descobertas na área da medicina. Mas, infelizmente, algumas revelações não passam de equívocos que carecem de provas científicas, cometidos por pesquisadores tomados pelo imediatismo e, muitas vezes, dominados por interesses comerciais. Um dos maiores enganos da atualidade são as mentiras com relação à Aids, disseminadas no mundo inteiro e aceitas pela maioria dos médicos e cientistas sem questionamento. Esse ato de irresponsabilidade tem colocado em risco milhões de vidas no planeta. O chamado vírus HIV, considerado o causador da doença, não existe e prova desse fato é que não há em nenhum lugar do mundo um único tubo de ensaio com partículas retrovirais íntegras. Felizmente, um grupo de dissidentes com mais de 5 mil membros tem lutado em cerca de 50 países para desmascarar essa farsa.
  Para aqueles que não acreditam nos dissidentes da Aids, porém não apresentam argumentos contrários convincentes, citarei algumas evidências. Uma análise crítica demonstra que Luc Montagnier, de Paris, e Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, e Jay Levy, da Universidade da Califórnia, os ‘‘descobridores do HIV’’, nem sequer seguiram a metodologia estabelecida para isolamento de retrovírus. Jamais provaram a existência de partículas virais no sangue dos enfermos com Aids. Nos cultivos de células dos pacientes com Aids e com outras de laboratório, estimulados com agentes químicos, isolaram apenas proteínas, enzimas e fragmentos de ácidos nucleicos, que juntos podem perfeitamente corresponder a proteínas liberadas por essas células ao serem estimuladas com agentes estressantes.
  Nunca foi possível ver um retrovírus diretamente dos tecidos de um paciente com Aids. As fotos do HIV publicadas pela revista Science, mostrando partículas retrovirais que emergem da membrana celular, são resultantes de membrana celular de linfócitos de cultivo. Em 1997 na revista Virology, volume 230: 125-133 e 134-144, os grupos de investigadores de Gluschankof e Bess trataram de isolar o HIV, seguindo a metodologia internacional, e em níveis de sacarose a 1,16 gm/dl não encontraram nenhum HIV, somente microvesículas celulares e outros restos celulares. E esses investigadores não são dissidentes, são defensores do HIV.
  Para aqueles que ainda se recusam a aceitar esses fatos, há vários artigos no volume 328 do The New England Journal of Medicine, de 1993, sobre casos de Aids sem HIV. A Aids é conseqüência de uma excessiva exposição a agentes estressantes imunológicos que podem ser de origem química, física, biológica, mental e nutricional. Tentar combatê-la atacando com coquetéis antiretrovirais, repletos de agentes imunotóxicos, um vírus que jamais teve a existência comprovada é um erro gravíssimo que o paciente paga com a vida.
ROBERTO GIRALDO é médico infectologista do Weill Cornell Center, do New York Presbyterian Hospital nos Estados Unidos


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