É inegável a influência do conhecimento, seja ele de cunho filosófico, científico, religioso e popular na lapidação das sociedades. Da descoberta do fogo, da invenção da roda, das diretrizes da Igreja Católica na Idade Média ou da filosofia de Platão e Sócrates são fatos que foram perpetuados em razão da disseminação dos conhecimentos.
Com o advento do rádio, televisão, computador e internet, as informações têm se propagado cada vez mais rápido, sendo acessível a um número cada vez maior de pessoas. Porém, uma informação por si só não gera conhecimento. E como o saber é um processo de aprender, desaprender e reaprender de forma contínua e melhorada, e isto é algo intrínseco ao fator humano, as pessoas têm uma importância vital nas organizações, seja em qualquer âmbito em que estão inseridos.
Isto porque, o conhecimento tem influência decisiva nos aspectos comportamentais, econômicos, sociais, culturais, religiosos e éticos da sociedade moderna. Desse modo, constantemente se denota que estamos vivendo na sociedade do conhecimento, e que o mesmo gera riquezas para uma nação, na qual os homens mais ricos do mundo ''vendem conhecimento'' ou algo similar e que o sucesso de uma organização é alcançado por aqueles que possuem o melhor conhecimento, ou por aquelas que dominam da forma mais eficaz, e não necessariamente por aquelas mais poderosas.
Com isto, as pessoas com os seus conhecimentos são os recursos mais importantes nas organizações, e que apesar de serem intangíveis, respondem por uma vantagem competitiva, podendo ser o diferencial em relação a outros, dentro das imposições impostas pelo mundo capitalista, neoliberal e globalizado.
Portanto, são as pessoas com o saber é que fazem a diferença e uma organização que não seja feita por pessoas e para as pessoas não é nada.

EDSON ASSAHARA é tecnólogo em Automação Industrial e Especialização em Gestão da Produção em Assaí

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