ESPAÇO ABERTO - A bondade de Deus
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 19 de janeiro de 2005
André de Paula 
Na edição de 12/01, aqui, neste ''Espaço Aberto'', o professor de Filosofia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Agnaldo Pavão, escreveu um texto, no mínimo, irônico, sarcástico e zombeteiro.
Pois bem, essa é uma opinião dele, não tenho direiro de impedi-lo a pensar desta forma mas, como não sou obrigado a me calar (por enquanto) e, nascido em um lar cristão, não poderia deixar de me manifestar.
Com toda certeza do mundo, o professor Pavão já leu ou ouviu: ''Somos todos irmãos na presença de Deus, não sou mais do que você, nem você é mais do que eu''. Prova disso é o mundo se mobilizando e mandando alimentos, remédios, roupas e assistência ao povo atingido pelas tsunamis, na Ásia.
Ora, o que seria isso senão uma obra de Deus?
Tudo que está escrito na Bíblia se cumpriu, está presente, e se cumprirá, a única certeza do homem é a morte, e nenhum homem sabe quando será seus dia, hora ou lugar, quem somos para dizer que as ondas foram obra de Deus? E, como dizer que não? Pois na Bíblia está escrito que, na vinda de Jesus, haverá surpresas: a morte, a peste e a fome virão testar a fé daqueles que difamam e duvidam de Sua palavra.
Professor Pavão, assim como acredita e ensina para seus alunos Sócrates, Platão e Epicuro; continuo acreditando na Santa Palavra de Deus, que está presente em todos os momentos da minha vida, acredito no Deus que foi morto, mas no terceiro dia ressuscitou, Naquele que tem o poder de criar e destruir, o Dono de todas as coisas.
Gostaria de finalizar, fazendo um simples pedido: ao acordar, olhe para o Céu, agradeça por mais um dia de vida e de paz, agradeça pela saúde, pelo emprego e sua estabilidade, pela família e por ter onde comer, beber e dormir, e irá se sentir sem mágoas, angústias e longe da dor.
ANDRÉ DE PAULA é estudante de Jornalismo em Londrina


