Fracasso de projetos, briga de egos entre funcionários, queda de produtividade e motivação da equipe, além da perda de clientes, negócios e talentos. Essas são algumas das consequências enfrentadas por empresas que não preparam os seus colaboradores para lidar com situações de conflito.
Segundo pesquisa desenvolvida pela Fellipelli, em parceria com a OPP, os brasileiros gastam em média 1,9 hora por semana na solução de conflitos, o equivalente a 91,2 horas por ano e 11,4 dias de trabalho. As empresas nacionais ficam atrás das alemãs e irlandesas, ambas com perdas de 3,3 horas semanais, e das norte-americanas (2,8 horas). O estudo foi realizado na Inglaterra, Bélgica, Brasil, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Holanda e EUA), com a participação de 5 mil.
''Evitar essa situação é ineficaz'', explica Adriana Fellipelli, sócio-diretora da Fellipelli Instrumentos de Diagnóstico e Desenvolvimento Organizacional.
Utilizar o conflito para gerar novas idéias e crescimento profissional é a melhor saída. A maioria (76%) viu o desentendimento gerar resultados positivos, como melhor compreensão dos colegas (41%), soluções mais adequadas para uma atividade (29%). No Brasil, o número de funcionários que usufrui bem de situações conflituosas sobe para 84%, à frente dos EUA (81%).

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