A malária ou paludismo é uma doença parasitária provocada no Brasil por espécies de plasmódios. Os vetores (agentes transmissores) destas espécies de plasmódios são os insetos da ordem dípteros e do gênero Anopheles. No Brasil cinco espécies são consideradas como vetores principais: Anopheles darlingi, Anopheles aquasalis, Anopheles albitarsis, Anopheles cruzi e Anopheles bellator.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde os anofelinos medem, em geral, menos de um centímetro de comprimento com corpo delgado e longas pernas. Este ''pernilongo'' ou mosquito prego, como é conhecido, tem hábitos noturnos e é mais comum na região da Amazônia Legal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a doença já causou no continente africano, pelo menos, 1,5 milhão de mortes.
Em geral o paciente sente incômodo, dor de cabeça, náuseas, vômitos, cansaço e febre. Os sintomas mais específicos são a ocorrência de uma febre dividida com sintomas, primeiramente, de frio, depois de calor, seguido de suor. Além dos sintomas gerais a febre causada pela doença tem início com o período do frio com dores de cabeça, náuseas e vômitos. Este período tem a duração entre 15 e 60 minutos.
A segunda etapa é o período de calor com a duração de 2 a 6 horas. A sensação corpórea é de calor, aumento da intensidade da dor de cabeça e dos sintomas anteriores. Nesta etapa a temperatura pode alcançar 40ºC. A terceira etapa é a do suor que aparenta a cessação dos sintomas e dura de 2 a 4horas. Finalmente, os sintomas cessam e a febre termina.
A forma clínica da doença pode ser leve, moderada, grave e de urgência. Caso o paciente não receba tratamento específico e urgente a doença pode evoluir para a forma mais grave. Neste estágio os sinais e sintomas são mais frequentes e se relacionam com os rins, pulmões, fígado, cérebro e sangue. A evolução da doença pode provocar a manutenção da febre alta e a persistência da dor de cabeça e do vômito.

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