Nova York - Um gaúcho vestido com roupas típicas, de bombachas e botas, chegou em cima da hora, não conseguiu votar e chorou, decepcionado. Alberto Luiz Bialeglowka, de 34 anos, chegou à escola pública High School of Art and Designer, que fica no coração de Manhattan, três minutos antes do encerramento da votação. No entanto, ele seguiu direto para a seção onde a mulher dele, Áurea, votou antes se dirigir à própria seção. Ao tentar votar, no entanto, a urna eletrônica havia sido fechada e Bialeglowka não conseguiu votar. ''O mínimo que eu exijo como brasileiro é votar'', disse Bialeglowka, chorando bastante. Ele disse que, se conseguisse votar, seria no candidato à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.
Morando há oito meses em Gutemberg, no Estado Nova Jersey, Bialeglowka tratou de transferir seu título de eleitor para os Estados Unidos assim que chegou ao país. Ele trabalha na construção civil e sempre votava no Brasil vestido como típico gaúcho. Ao explicar porque chegou em cima da hora, ele disse ter se enganado em relação ao local da votação, achando que fosse na sede do consulado brasileiro em Nova York.
Ele chegou à escola pública, local da votação, suado e bastante esbaforido, após ter, literalmente, corrido, segundo ele, por mais de 20 quadras com a esposa e duas filhas.

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