Acredito que só quem vivencia a educação em suas diferentes formas e níveis pode estar à frente do Ministério da Educação. Conhecer a educação indígena, popular, de jovens e adultos, na modalidade a distância e, principalmente, em seus segmentos, seja em creches, pré-escola, fundamental, médio e superior, são pré-requisitos para tanto.
Se eu fosse ministra da Educação, procuraria conhecer, cada vez mais, a realidade com a qual trabalharia. Essa seria a condição.
Procuraria conjugar, também, o que há de novo, o que há de real e concreto, pois nenhum programa se estrutura e atende a necessidade dos atores do processo se não houver esse conhecimento prévio e contínuo.
À frente da pasta da educação, promoveria a contínua busca pela concretização de objetivos, sabendo diferenciar e voltar a educação à sua determinada especificidade.
Nesse sentido, implementaria políticas públicas e não de governo, para que deixemos de querer ''reinventar a roda'' em cada mandato, mas seguir um plano, com metas, objetivos e concretizações, de longo prazo.

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