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Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 08/05/2022, 21:01

EDITORIAL - Mais agilidade, menos burocracia

PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 09 de maio de 2022

Folha de Londrina
AUTOR autor do artigo

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Mais do que perda de tempo, os impactos negativos da burocracia atrapalham a vida de empresários e dos cidadãos comuns e colocam a perder a produtividade e a competitividade de um país. Todo o esforço no sentido de diminuir os processos burocráticos é bem-vindo. 

O Paraná vem avançando nesse quesito e é destaque entre os estados brasileiros no quesito agilidade para se abrir uma empresa, o que mostra a evolução dos processos burocráticos implementados a partir do programa Descomplica. Em abril deste ano, ficou com o terceiro melhor tempo entre os estados: 18 horas e 38 minutos. A média do País foi de 1 dia e 22 horas, 28 horas a mais.

Em velocidade, o Paraná ficou atrás apenas de Sergipe, com 351 processos analisados, e do Espírito Santo, com 990 processos. Vale destacar que, considerando o volume de solicitações, o Paraná teve o terceiro maior movimento do País, com 4.466 registros, ficando atrás somente de São Paulo, com 18.170 registros, e Minas Gerais, com 5.288 registros.

O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade, na validação cadastral que os órgãos efetuam e na efetivação do registro, com a obtenção do CNPJ. Na viabilidade, o Paraná é o segundo mais rápido.

Considerando a evolução só neste ano de 2022, o Paraná vem dando exemplo: em janeiro, eram 32h 47m 47s; 26h 02m 42s em fevereiro; 21h 50m 20s em março; e agora, em abril, são 18h 38m 17s para se abrir uma empresa. Os dados são da Redesim, do governo federal.

Segundo a Junta Comercial do Paraná, o estado ganhou 92.695 novas empresas neste primeiro quadrimestre e  tem atualmente 1,5 milhão de empresas ativas, entre matriz e filial.

Esses dados mostram que é possível termos um Brasil com menos burocracia. É preciso que o poder público  caminhe no sentido de repensar o alto número de procedimentos e a falta de coordenação entre vários segmentos, evitando gargalos e replicando as boas práticas que surgem, como os exemplos que o Paraná vem dando. 

Obrigado por ler a FOLHA!