A caça às bruxas municipais não pára. Primeiro foi o Paolicchi, ‘‘eterno’’ secretário de Finanças de Maringá. Depois, a turma de Londrina. Outros prefeitos tiveram prisões decretadas. Agora é a vez do Celso Rocha, de Fazenda Rio Grande. Acusação: desvio de R$ 800 mil. Justo. Justíssimo. Ocorre que há situações estranhas acontecendo. Primeiro o fato do Tribunal de Contas só ter detectado os desvios, muitos anos depois. Só após o encerramento dos mandatos (no caso de Maringá, três mandatos). Depois, situações como as denunciadas em Araucária, onde o ex-prefeito Rizio consegue empurrar com a barriga inúmeros processos no Ministério Público e no TC. Neste, há quatro anos suas contas não são julgadas. Desvios bem maiores que os do Celso, afirmam os araucarienses. Afinal, o município arrecada oito milhões por mês.

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