Com o intuito de amenizar o problema social decorrente da chegada de 650 a 750 migrantes, todo mês em Foz do Iguaçu, em busca de melhores condições de vida e, na grande maioria, com documentação deficiente e se constituindo em mão de obra desqualificada, foi criado em outubro de 1975, o Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante de Foz do Iguaçu. Sem ter o que comer, o que vestir e muito menos onde dormir, os migrantes amontoavam-se na cidade, na esperança de uma colocação na construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

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