DOS EDITORES
A busca de eficiência e qualidade é um trabalho que teve início na Folha no último semestre do ano passado, após incansáveis reuniões envolvendo praticamente todos os setores do jornal. Assim veio a reforma gráfica, em dezembro, depois de mudanças administrativas internas fundamentais. Virão, em seguida, a reforma editorial, complementando com melhoras o que já mudou com o novo desenho das páginas.
Mas essas mudanças são as que chegam ao leitor. Muitas outras já foram feitas e tantas mais estão para acontecer, todas visando uma excelência no atendimento do leitor, anunciantes e comunidade como um todo. A Folha, hoje, mantém seu setor de telemarketing próprio. E qual a vantagem disso? Por ser próprio, os funcionários lotados neste importante departamento são adequadamente treinados. É gente que conhece o jornal trabalhando a comercialização de assinaturas do produto.
A mais nova conquista, para o leitor que é assinante, é a estruturação do serviço de distribuição próprio. Antes terceirizado, a distribuição agora é feita por funcionários da Folha, devidamente contratados. Cerca de 40 entregadores da empresa que executava o trabalho foram absorvidos pelo jornal e treinados. Tiveram seus salários melhorados e seus contratos de trabalho regularizados.
Há menos de dois meses em prática, essa recente mudança traz números positivos, para o jornal e para o assinante: as queixas diárias que a Folha recebia por jornais não entregues, produto molhado por causa da chuva e outros erros caiu da média de 50 para 10. O setor de distribuição trabalha com a meta de reduzir ainda mais essa média.
Walter Ogama





