Dona Neide confessa: ''A gente chora de tanto rir''
''Até nos momentos mais difíceis ela mantém o bom humor e isso é muito importante para a gente'', comenta a estudante Kátima Valério de Morais, 21 anos, referindo-se à avó materna. A dona de casa Neide Gerdulli Valério, 64 anos, comenta que desde que se conhece por gente é alegre, brincalhona, festeira. ''Me lembro que desde criança sempre fui uma pessoa fácil de se relacionar com os outros. Uma irmã minha era briguenta, outra emburrava, e eu não. Sempre topava tudo numa boa'', recorda.
Viúva, Neide conta que sempre enfrentou os problemas familiares e financeiros, com tranquilidade e que encontra apoio nas orações e novenas que faz. Para ela, encarar as dificuldades com bom humor é uma forma de tornar a vida melhor. ''Vamos rir porque chorar não resolve problema'', brinca. ''Graças a Deus sou assim e tenho uma saúde de ferro''.
Alegria maior para a dona de casa é poder se reunir com uma tia que mora no interior de São Paulo e que vai completar 90 anos. ''Ela sim é alto astral. Está sempre alegre. Até a comida pode estar ruim e ela diz que está gostosa'', conta Neide. Quando se reúne com essa tia, um irmão e uma prima, que costumam dar boas gargalhadas, eles acabam chorando. De tanto rir.





