Focaria o estudante, primeiramente me preocupando em fazer com que o estudante tivesse, por parte das escolas, retorno na forma de respeito e prazer. Estudar tem que ser algo prazeroso. Trabalharia para que direitos e deveres fossem cumpridos à risca.
Para tanto, procuraria melhorar a educação dentro das escolas, trabalhando um ensino para crianças, jovens e adultos sem distinção: conhecimentos em informática e cursos de língua estrangeira cada vez mais focados teriam, como objetivo, fazer com que o aluno não buscasse tais cursos fora do âmbito da escola, caracterizando atividade extracurricular.
Com alunos mais bem preparados, certamente teríamos, ao menos, a proximidade com o que é oferecido em salas de aula do ensino em relação às instituições de ensino particulares.
Outra iniciativa: atenção especial aos estudantes de segundo grau. A intenção? Que alunos do segundo grau de escolas estaduais tivessem boa preparação para os vestibulares que estariam por vir, nas faculdades estaduais.

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