Os Estados Unidos querem invadir o Iraque e justificam dizendo que os ''bárbaros'' estão fabricando armas químicas ou atômicas. Como se esta fosse realmente a verdadeira razão da desejada invasão. O argumento do presidente Bush traz algumas contradições com a postura assumida pelos norte-americanos ao longo da história mais recente.
O que dizer da guerra do Vietnã, quando lançaram bombas químicas entre a população civil, matando homens, mulheres, velhos, crianças indistintamente? O que dizer do embargo econômico a Cuba e ao próprio Iraque, deixando parte da população desses países em condições desumanas? O que dizer da ação de Washington para impedir que a CAB (Convenção sobre Armas Biológicas), criada para diminuir o desenvolvimento de armas de destruição, possa realizar inspeções em qualque lugar, sem restrições?
Além de manterem o poder econômico mundial, os norte-americanos também querem manter o direito de matar. Estamos presenciando o limite da hipocrisia de um país que se acha intocável, invencível, que não respeita a democracia alheia.
Agora, em nome da segurança mundial, vêm com essa conversa de armas químicas ou bombas atômicas para desestabilizar o governo iraquiano. Certamente a preocupação do presidente dos Estados Unidos não tem nada de humanitário.

ANTÔNIO CARLOS XAVIER (professor), Mandaguari



Cuidado com as árvores

A arborização das cidades é feita sem os devidos cuidados e critérios, trazendo, consequentemente, inúmeros problemas. Entendo que deveria ser elaborada uma norma federal determinando o que deve ser feito, como eliminar árvores que oferecem algum tipo da risco pelo elevado porte, em locais inadequados, por ciclo vencido, raízes deterioradas, bem como as que ultrapassam as redes elétricas, num emaranhado de galhos e fios, atrapalhando, a iluminação pública. Acredito existir árvores de menor porte que preencham a necessidade do verde nas cidades, sem riscos e prejuízos à população.
Quando menciono ''norma federal'' é, justamente, para encurtar caminho. Vez que as informações são sempre as mesmas: responsabilidade do Ibama e das prefeituras. Ocorre que para resolver problema em uma rua ou cidade é pouco produtivo, além da dificuldade de ter que explicar o porquê dos riscos, etc. Julgando serem interessadas, liguei para a Copel dia 9/08 bem como, para a Aneel (sugestão 0229154890244). Alguma providência poderia ser tomada. Caso contrário, nos próximos vendavais os estragos serão os de rotina com suas inerentes consequências.

EGÍDIO BALAROTTI (bancário aposentado), Astorga

Correção

- Diferentemente do que foi publicado ontem na Folha Esporte, a Associação Portuguesa Londrinense firmou contrato com a Universidade Estadual de Londrina para desenvolvimento de atividades de estágio por alunos da instituição, não envolvendo os projetos e a estrutura do Centro de Excelência do Esporte (Cenesp).

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