A diplomacia solidária confunde-se por vezes com o próprio conceito de solidariedade. Consiste em um princípio que motiva a participação de um Estado, de forma desinteressada e movido apenas por um sentimento de responsabilidade e humanidade, em uma ação coletiva internacional, legitimada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, para a solução de um conflito interno ou internacional em outro país.
Considerando que a política externa está sujeita às variantes do cenário internacional - como a globalização, que tem dinamizado cada vez mais, em inúmeras vertentes, as relações entre os Estados -, pode ser considerada exemplo de diplomacia solidária a participação de inúmeros países em projetos de cooperação trilateral e em missões de paz da ONU.
Cito exemplo: na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, além do Brasil, participam inúmeros países em desenvolvimento, como Guatemala, Jordânia, Sri Lanka, entre outros. A diplomacia solidária é ação pontual e necessária. Sempre foi e continuará sendo.

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