Dinheiro público na campanha
Despreparo político
Os eleitores precisam refletir e votar bem. Não podem votar de qualquer jeito. Não eleger os despreparados que nada têm a oferecer. Tenham ainda confiança que política é uma arte bem engendrada e pode mostrar mudanças significativas para a sociedade. Não acreditem nas repetidas mentiras políticas, pois as antigas devem ser encaradas como piadas velhas, cujo fim já se conhece, sendo um desrespeito à inteligência do eleitor. É uma vergonha o que se mostra na TV. Sem nenhum preparo os partidos políticos colocam os candidatos na vitrine televisiva. Esses candidatos sem o mínimo de preparo desperdiçam os preciosos segundos disponibilizados em horário eleitoral gratuito do TSE. Não sabem falar ao público, leem o texto sem ênfase e fraca dicção, balbuciando promessas desconexas e risíveis, ridicularizando o significado da verdadeira política. Nomes esquisitos e cômicos surgem na tela. Será difícil formar uma Câmara sábia e participativa, porém não é impossível. Basta uma análise séria em uma escolha correta. Busque o melhor como se escolhesse uma agulha no palheiro.
OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) - Londrina
Dinheiro público na campanha
O financiamento de campanha com dinheiro público sempre existiu. No caso mensalão foi totalmente esclarecido, pois a frase ''caixa 2'' já é manjada. As ''notas fiscais frias'' sempre foram usadas para tirar dinheiro dos cofres públicos e esquentar o dinheiro dos impostos cobrados da população para que voltasse através de investimento na saúde na educação e na segurança, mas na verdade só saem as notas como despesa de investimento. O dinheiro mesmo vai para os corruptos políticos que ajudam a aprovar projetos eleitoreiros. É assim que se governa este país e se permanece no poder às custas da miséria do povo. Então, dinheiro público em campanha não é novidade e se oficializar vai mudar alguma coisa? Claro que não. As notas frias, os laranjas, as empresas fantasmas, são iguais tiririca: não inventaram veneno para acabar com estas pragas ''ainda''.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina
Liberdade de escolha
O que você decide de alguma maneira o afetará no futuro, por este motivo a eleição é a grande oportunidade do povo expressar sua opinão. Seu voto é soberano por isto não venda sua dignidade e vote com convicção sem ser levado pelo estouro da boiada, pois você pode perder o seu voto, mas não deve perder sua liberdade de escolha. A democracia se renova em cada eleição e, no final do pleito, fica se a lição que a maioria é soberana, que somos um só povo e patrão dos eleitos os quais devemos fiscalizar. Voto é sagrado, portanto, escolha o melhor ''santinho'' para que sua vida não seja um inferno por quatro anos.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul
Cotas ou presente de grego?
Essa nova lei de 50% das cotas permite que estudantes de escolas públicas, negros, pardos e índios entrem na universidade mesmo sem capacidade ou seleção. Esta lei é justa para todos?
OSVALDO SANTOS JR (arquiteto) - Londrina
Paciente terminal
Com relação à matéria ''Paciente terminal pode decidir tratamento'' (geral, 31/8), após o seu desejo de não mais viver em sofrimento ocasionado por uma enfermidade terminal, a pessoa deveria doar o corpo para universidades proporcionando condições de evolução e entendimento do corpo humano. Tudo o que somos está em vida, após a morte só Deus sabe o que acontecerá com o espírito, logo a matéria é irrelevante.
LUIZ CARLOS DE ALMEIDA (professor) - Londrina





