IGP-M:
Índice geral dos preços do Mercado, calculado pela Fundação Getúlio Vargas. É composto por três índices: Índices de Preços no Atacado (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), que representam 60%,30% e 10%, respectivamente, do IGP-M.

IPCA:
Índice de Preços ao Consumidor Ampliado. É calculado pelo IBGE nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia. Mede a variação nos preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias com rendas entre 1 e 40 salários mínimos.

IOF:
Imposto sobre Operações Financeiras. Imposto cobrado sobre as operações de crédito e seguro realizadas por instituições financeiras e seguradoras. É utilizado pelo governo como fonte de arrecadação e para fazer política econômica, estimulando ou punindo operações. Um exemplo de como funciona: Se quiser estimular o crédito, pode reduzir o IOF. Quer-se estimular o alongamento de prazo das aplicações de renda fixa, coloca o IOF sobre saques inferiores a 30 dias.

Uso do verbo VIR
"Qual a colocação correta de vim e vir?".

Ele tem obrigação de vim amanhã ou Ele tem obrigação de vir amanhã?

É um cacoete de muitos brasileiros essa má pronúncia do infinitivo vir, principalmente quando, numa locução verbal, há aproximação de sons nasais: *Eles podem vim, devem vim, vão vim... Com algum esforço é possível começar a acertar essa pronúncia.
1) use o infinitivo vir depois da preposição: Ele tem a obrigação de vir; tem prazer em vir a nossa casa; fez de tudo para vir; eles têm motivos para não vir aqui.
2) use vir numa locução de verbo auxiliar + infinitivo: Podem vir! Eles devem vir, vão vir, têm de vir.
3) Use vim sozinho quando quiser expressar o passado (pretérito perfeito) do verbo vir na primeira pessoa: Eu vim de casa a pouco, vim correndo.

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