Dia das mães com consciência
PUBLICAÇÃO
sábado, 09 de maio de 2020
Opinião do Leitor 
Mãe
Já faz muito tempo, né mãezinha? Hoje o mundo está mudado, a maneira de tratar os mais velhos é diferente. Não assistíamos filmes juntos, além de não haver aquela afinidade, entre pais e filhos, também não havia tecnologia que dispomos hoje. O que o pai dizia, era lei para os filhos e até para a mãe. As mães eram, desde criança, educadas no sentido de respeitarem seus maridos.
Hoje, as coisas mudaram. Há mulheres que são as mantenedoras financeira do lar, ou seja, dão as cartas. Que saudade, minha mãezinha querida que partiu há algumas décadas, e deixou um vazio tão grande que ocupa quase todo nosso coração; aperta tanto o peito, que acaba transbordando e escorregando pelos olhos. Por isso a saudade dói. Ela é a insistência da memória, de manter vivo, presente e perto de nós, o que já não temos visualmente. A saudade faz o ponto final virar uma vírgula na vida. Quando vivemos momentos felizes e belos no passado, sempre sentiremos uma inevitável saudade no presente. Seu corpo sofrido e cansado, se foi, mas seu coração e amor continuam no lado esquerdo do peito!
Wilson Oliveira Trindade (bacharel em Direito) – Londrina
Cada vida importa
Nesses tempos sombrios em que atravessamos é preciso refletir sobre o valor de cada vida humana, ceifada por uma pandemia mundial genocida. tão subestimada por parte de alguns governantes, praticantes de uma necropolítica - uma política de morte, que defende a economia, a produção industrial e comercial, esquecendo que são seres humanos vivos que desenvolvem todas as atividades econômicas, sociais e culturais.Ao contrário do que pensam alguns insanos, ditos inteligentes e até cristãos: Toda cida humana importa, sim. Sobretudo para cada familiar que perdeu seu familiar, muitas vezes sem um diagnóstico preciso, pois sequer foi realizado um teste que comprovaria seus males demonstrados.Vamos valorizar nossas vidas, saudar as mães, avós e todas as pessoas que estão cumprindo, sabiamente o isolamento social.
Sueli Aparecida Lopes Braga (professora) - Londrina


