O combustível continua sendo adulterado. Não há fiscalização em Londrina. Procurei o Procon, que me mandou para o Ipem, que me mandou para a Agência Nacional do Petróleo (ANP), que não existe em Londrina. Há donos de postos conscienciosos, mas também existem aqueles que não estão nem aí para os danos nos carros. A fim de ganhar uns trocados a mais, misturam desde solvente, álcool em demasia e até outras coisas, pois sabem que não há fiscalização e a impunidade encoraja cada vez mais a contravenção. Como saber se a gasolina que está sendo colocada em nosso automóvel está adulterada? O consumidor não tem a mínima condição de saber se está sendo lesado. Dados os avanços tecnológicos, gostaria de sugerir aos fabricantes de automóveis que introduzam um aparelho para medir as especificações do combustível que naquele motor deve ser usado. Dessa forma, qualquer alteração seria detectada de imediato e o consumidor teria como se defender. Caso contrário, vamos continuar nas mãos dos maus comerciantes desse produto.
- JOÃO AMBRÓSIO DE OLIVEIRA, Londrina

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