DESTAQUE DO LEITOR
A nova onda da Bahia traz à tona um assunto polêmico: a violência de gênero. As mulheres sempre foram, ao longo da história, a parcela mais oprimida em praticamente todas as culturas. Oprimidas através da dominação política, moral e familiar. Desde a infância que as crianças aprendem através da educação e orientação familiar e escolar como se comportar, ou seja, o menino é forte e a menina é frágil. O tapa na cara chega em plena virada de século para acentuar, ainda mais, velhas concepções machistas. O tapinha não dói vulgariza a condição feminina, que hoje ergue uma bandeira de luta e ainda tem de conquistar muitos espaços. O slogan o homem também vai para a cozinha tem de imperar para que na inversão de papéis eles possam perceber como um tapinha pode ser doloroso!
- ANA CRISTINA PEREIRA, universitária, Londrina





