A imprensa nacional está pródiga, esta semana, quando aborda o assunto que o Brasil necessita importar apenas 10% do petróleo ao consumo interno. Se tal está acontecendo, com certeza é por competência daqueles que estão à frente da política energética nacional. Se tal acontece, o que nos deixa felizes, por sermos brasileiros próximos de mais uma antecipação econômica, por que não mobilizar os setores alternativos de energia do País, para chegarmos mais rapidamente à emancipação de 100%?
O Pró-Álcool poderá ser reativado, em toda sua amplitude, criando novas e prósperas oportunidades de geração de emprego:
1 - No setor rural, no plantio e colheita da principal matéria-prima para a produção do álcool, a cana-de-açúcar, com novas oportunidades aos proprietários de terras e ao setor agro-industrial, com a implantação de novas usinas de álcool hidratado, com a oportunidade de geração de novos empregos no setor.
2 - Na indústria automobilística, com o aumento do volume da produção de veículos, movidos pela energia alternativa e 100% nacional. Temos certeza que a tecnologia industrial é nacional, assim como a energética também o é.
Com o novo governo, com a disposição verde-amarela do Presidente e da sua equipe, certamente estaremos no caminho que nos conduzirá à conquista de novas emancipações, até chegar o dia em que o Brasil estará com sua independência concluída.
Assim cremos, pois essa é nossa esperança desde a adolescência.
Boanerges de Oliveira é professor aposentado da UEL, Londrina, PR.

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