SIM
Considero o aceno do governo bastante positivo porque, em tempos de crise, pode ser uma forma de tornar nossos produtos mais competitivos e desafogar um pouco o empresariado do Paraná. Já vimos tantas indústrias e empresários deixarem o Estado que já era hora de mudarmos essa realidade e irmos na contramão da atual gestão do País, que não hesita em criar mais tributos em nome do assistencialismo. Vamos torcer para que agora, de fato, os consumidores sejam beneficiados com algum real desconto nos valores desses 95 mil produtos e que tanto barulho não seja para nada.
Rodrigo C. Ribeiro, professor e empresário

NÃO
O governo sugere reduzir a alíquota de 18% para 12%, mas não podemos esquecer que vai elevar em 2% o imposto sobre a gasolina, a energia elétrica e telecomunicações. Fica claro que a perda na arrecadação tributária será compensada. Diante disso, mais uma vez todos vamos pagar o pato. E vamos permanecer passivos. Temos direito a reinvindicar tanto e nos sujeitamos a tudo que nos é passado. Não acredito na redução dos preços dos produtos. É a história aplicável ao Brasil: temos o governo que merecemos e não sabemos da missa a metade. Ou o que é pior: assistimos a tudo e preferimos nada fazer.
Roberta Peixoto Silveira, profissional liberal
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