SIM
Hoje em dia não temos mais aquele genuíno torcedor de futebol. O que vemos nos estádios são as torcidas organizadas, que não passam de verdadeiros baderneiros. Ao mesmo tempo, beber requer uma educação e hábitos saudáveis para não se servir da bebida como válvula de escape. Se a situação dentro e fora dos estádios está desse jeito, imagine se a bebida rolasse solta. Seria uma verdadeira guerra de gangues. O estádio de futebol tem que ser encarado como um lugar de entretenimento para toda a família, um espaço de lazer que pode ser freqüentado por todos com segurança e todo conforto merecido. Enquanto os estádios abrigarem bêbados e baderneiros, isso não será possível.
Edmilson Assis dos Reis, bancário aposentado


NÃO
Considero a medida um tanto quanto radical. Em vez de proibir, é mais fácil regulamentar a venda: meia hora antes dos jogos e durante o intervalo. Não podemos entrar nesta onda de proibições com relação à bebida alcóolica, pois sempre vão arrumar um jeitinho de driblar as regras. Primeiro foi a tolerância zero da lei seca no trânsito, e agora esta dos estádios. Quem quiser arrumar confusão no estádio, arruma de qualquer jeito. Ele bebe fora e já entra no estádio bêbado. Não vai adiantar nada. Tem que tomar outras medidas para oferecer segurança a quem freqüenta os estádios, começando por registrar, com foto e cadastro completo, os membros de torcida organizada. Proibir não resolve.
Bruno Almeida, estudante

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