SIM
Essa medida seria muito boa para vários casais que sonham em ter um filho, mas por algum problema não conseguem e não têm condições financeiras para fazer esse tratamento, extremamente caro. Além disso, o processo de adoção aqui no Brasil é muito complicado. A gente vê mães jogando os filhos literalmente no lixo, enquanto outras querem muito e não podem. Em vez de gastar verbas públicas com futilidades ou desviar dinheiro como vemos frequentemente por aí, podiam investir neste tratamento que beneficiaria muita gente, trazendo alegria aos casais. Acho que até nem devia demorar tanto tempo para essa medida sair do papel.
Amorita Corrêa Raphael, publicitária


NÃO
Antes de partir para isso, o Sistema Único de Saúde deve atender outras necessidades mais urgentes e acabar com as filas e a demora no atendimento de doenças que realmente necessitam de tratamento e não são atendidas justamente por falta de material humano, segundo desculpas apresentadas pelos dirigentes do próprio SUS. É a mesma situação da idéia de custear as cirurgias de mudança de sexo, que não deve ser encarada como prioridade. Quando nosso sistema público de saúde estiver com qualidade de primeiro mundo, aí sim poderemos pensar em outros tipos de tratamento que interessam uma parcela menor da população.
Edmilson Assis dos Reis, bancário

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