SIM
Em todo País que se preza e que respeita seu povo, só se exporta o excedente. Tomara que isso dê certo aqui no Brasil, onde o que impera é a lei do jeitinho, principalmente se tiver político lá de Brasília metido no meio. O agricultor é um sofredor nato, pois precisa arcar sozinho com os prejuízos e com as intempéries, e a carga tributária é alta. Antes ainda havia o seguro. Pequeno, mas existia. Depois que planta, o agricultor precisa ficar rezando para que o clima seja favorável. O governo deveria incentivar maior produção, que abastecesse o mercado interno, e aí sim o excedente poderia ser negociado. Também precisaria haver um incentivo com a construção de ferrovias, melhoria dos portos e das estradas.
Edmilson Assis dos Reis, bancário aposentado

NÃO
O governo sempre está na contramão. Ao invés de incentivar os produtores a produzir mais e baratear o produto pela oferta, quer ir pelo caminho mais fácil, ou seja, tomar novamente do agricultor e fazer dele o bandido. Quando os triticultores ameaçaram diminuir a produção, o Lula simplesmente falou que não precisa produzir, pois o governo vai importar trigo mais barato da Argentina. Agora é o arroz também. Vai importar? São as consequências da falta de planejamento e de acreditar que por pior que seja para o agricultor, ele sempre irá produzir, pois não tem outra saída. Deus desta vez está a favor do agricultor, é a sua chance. Só que o governo, incompetente, vai se meter e tomar o que é do agricultor.
Ralf Alex Konieczniak, administrador

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