SIM
O estado brasileiro não pode abrir mão da CPMF porque ela representa muito para a atuação do governo. Os recuros arrecadados pela contribuição são aplicados na saúde, em políticas sociais como o programa Bolsa Família e na sustentabilidade da Previdência. Seria um retrocesso muito grande para o país se o governo deixasse de aplicar a verba proveniente da CPMF, e a economia brasileira sofreria um impacto gigantesco sem esses recursos. A melhor saída, em vez de se discutir o fim da CPMF, seria uma reforma tributária bem trabalhada para tentar diminuir a alta carga de impostos que o contribuinte brasileiro é submetido. Aliviando o bolso do contribuinte, é possível manter a CPMF e todos os benefícios que ela traz para o progresso e desenvolvimento do país.
Fátima Bezerra, deputada federal

NÃO
O crescimento do país depende de investimentos estratégicos em transportes, infra-estrutura, condições de serviços às micro e pequenas empresas e diminuição de impostos. Sem a CPMF, o governo federal teria simplesmente que enxugar gastos, diminuir drasticamente a folha de pagamento e efetuar uma reforma fiscal de fato. Não precisamos pagar bilhões para serem utilizados de maneira obscura, precisamos que as esferas públicas gastem menos e com mais responsabilidade. Essa alegação por parte do Governo é parcial, pois o investimento publico é oriundo das tributações menos os gastos. Ao invés de pagarmos mais para o governo gastar mais, ele tem a obrigação de utilizar recursos com eficiência para que a população pague menos, contribuindo para o bem-estar social de maneira efetiva.
Gustavo Hakime, estudante de economia

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