DEBATE
SIM
Sou a favor porque o cidadão de bem tem quer ter pelo menos algo com que se defender, quando for necessário, mesmo sabendo que esta não seria a melhor maneira de defesa. Mas quando se tem um estabelecimento comercial, uma propriedade rural, e se está sujeito a assaltos e outros tipos de violência, o temor faz com que se procure uma forma de, pelo menos, assustar os bandidos. Embora a segurança pública seja direito do cidadão, a insegurança está presente sempre. Os bandidos não se preocupam em tirar porte de armas, porque as adquirem quando querem, e as mais potentes que existem. Bem mais sofisticadas do que o armamento usado por policiais, que vivem arriscando a vida para desbaratar quadrilhas. Não serão aqueles tiram porte de arma que trarão problemas para a sociedade, mas sim os que não têm porte.
Maria Cícera Brito, pedagoga
NÃO
Acredito que para poder portar esse tipo de equipamento deve-se ter um forte equilíbrio emocional. Algumas notícias que lemos todos dos dias provam que, mesmo entre profissionais que trabalham com este ''objeto perigoso'', há alguns que não têm esse equilíbrio, quanto mais entre os cidadãos comuns. Proibir não é a saída. Porém, deveria haver um controle mais rígido, com avaliações psicológicas rigorosas (a cada ano, por exemplo), daqueles que têm o ''privilégio'' de portar armas. As leis para os que utilizam armas sem autorização devem ser mais claras e intransigentes. Ampliar o efetivo policial nas fronteiras pode ser uma saída para diminuir a entrada de armas contrabandeadas, impedindo de certa forma que esses ''objetos nocivos'' cheguem às mãos de pessoas não preparadas para manuseá-los.
Tatiane Okamoto, estudante universitária
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