Primeiramente investiria na cultura. A criação de vales e outros incentivos marcam apenas o início do muito que há de ser feito. A pirataria está aí e chega ao ponto de antecipar a estréia de filmes e fechar locadoras, em dia com seus impostos.
Por falar em impostos, difícil fica promover algo com os valores que o empresariado brasileiro paga. De qualquer forma, na esfera da cultura, olharia para áreas que vão além dos grandes espetáculos que se revertem em mídia.
Os sequestros, sequestros-relâmpagos e similares requerem, como forma de coibição, um fortalecimento do sistema judicial e prisional do Brasil, onde líderes do narcotráfico se casam sob a luz dos refletores.
A segurança nos colégios também se faz necessária. Enquanto não há a devida atenção à educação, é preciso impedir que o embrião da violência se reproduza desde a tenra idade. Inclusão digital, liberdade aos professores, isto é, na forma de maior satisfação (remuneração) tomariam minha pauta. Um valor de R$ 950 como piso aos professores, até 2010, certamente não serve de incentivo.

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