E se eu fosse a ministra da Cultura? Primeiramente, resgataria a cultura local das determinadas populações a fim de envolvê-las e, gradualmente, ampliar suas áreas de atuação e trabalho. Por exemplo, inicia-se o trabalho através da culinária e da música (presentes no dia a dia das pessoas), pouco a pouco resgatando e expandindo, envolvendo a todos, depois ampliando para a dança, teatro, vestimentas, linguagem, etc...

Promoveria o acesso à cultura erudita como o canto, a música (instrumentos), a dança e leitura, pois essa deve ser popularizada e não somente restrita às elites, assim como a cultura popular deve ser levada às elites.

O objetivo do auto-conhecimento, do resgate de raízes e da prática das tradições, além da dignidade pessoal, é permitir que as pessoas pensem, deixem de consumir coisas prontas, que antes eram enlatadas e agora são produzidas aqui mesmo. A população é massacrada pela mídia que lhes enfia goela abaixo um monte de bobagens quando há tanto a se pensar. Isso não é cultura popular.

A análise de projetos que já acontecem, a continuidade aos que funcionam e o incentivo à leitura também estariam entre minhas prioridades. Principalmente leitura.

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