Crescimento do PIB e doentes crônicos
PUBLICAÇÃO
sábado, 31 de agosto de 2019
Opinião do Leitor 
Crescimento do PIB
O temor de uma nova estagnação técnica felizmente ficou para trás. O anúncio nesta quinta-feira (29), do IBGE, de que no segundo trimestre deste ano o PIB cresceu 0,4%, ou o dobro da expectativa dos analistas. Porém, longe do ideal, mas, que, animou o mercado e a bolsa subiu 2,47%. A indústria neste mesmo período cresceu 0,7% e o setor de serviços, 0,3%. O investimento cresceu 3,2% e a construção civil, que acumulava 20 quedas consecutivas, cresceu 2%. E com relação ao PIB do segundo trimestre do ano passado, em 2019, conforme o IBGE, cresceu 1%. O resultado negativo ficou como o setor agropecuário, com queda de 0,4%. A queda de 1% do consumo do governo prejudicou o crescimento do segundo trimestre. Uma nova recessão técnica ficar para trás é uma boa notícia. É importante questionar se Jair Bolsonaro, que ofendeu os pesquisadores do IBGE sobre o alto nível de desemprego, fará o mesmo após a notícia da alta do PIB.
PAULO PANOSSIAN (jornalista) – São Carlos
Doentes crônicos
Solicito que a Urbs (Urbanização de Curitiba) e Prefeitura de Curitiba ofereçam maior número de créditos nos cartões transporte de adoentados crônicos e aposentados por invalidez - que são atualmente 25 créditos mensais, para que possa aumentar esse número de benefício em pelo menos 40 créditos mensais. Pessoas assistidas pelos Caps (Centros de Atenção Psicossocial), por exemplo, têm benefício maior nesses cartões, de cem créditos por mês. Então por que quem tem doença crônica, está na faixa de pobreza e baixa renda, tem apenas 25 crédito por mês, se residem nas mais longínquas periferias de Curitiba e todo o tratamento se dá em hospitais, clínicas e laboratórios em áreas centrais?
CÉLIO BORBA (autônomo) - Curitiba


