Corrupção e o Brasil mais à direita
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Corrupção
O povo brasileiro deseja punir a corrupção. Para tanto elegeu desconhecidos, renovou parlamentares, governadores e num ato que pode enterrar o PT, elegeu Jair Messias Bolsonaro como presidente do Brasil. O resultado das urnas demonstra que quem paga as contas não admite mais que façam benesses com seu chapéu, que subsidiem Estados deficitários, distribuam terras, façam cotas e paguem bolsas. Resta torcer para Bolsonaro não fazer os demais brasileiros pagarem pela resolução dos problemas de deficit e segurança fluminense fazendo para eles empréstimos sem contrapartida ou garantia. Para zerar o deficit rapidamente se faz necessária a reforma previdenciária e privatizar estatais. Diminuir o número de servidores do Executivo e exigir o mesmo do Legislativo e Judiciário é garantir a longevidade das medidas de contenção.
ILDO YUKIO MARUBAYSASHI (agricultor) - Londrina
O Brasil mais à direita
Nasce das urnas um Brasil mais à direita, com tendências para ser menos corrupto e com valores éticos, cívicos e morais mais fortalecidos. Renascem as esperanças de um novo ciclo desenvolvimentista e de um sentimento patriótico mais aguçado. Os brasileiros estão cansados de serem roubados e enganados por uma esquerda perversa, licenciosa, adepta à anarquia governamental e ameaçadora da ordem institucional. O rompimento com o sistema político viciado e extremamente corrupto era premente e imperioso. O novo cenário que se descortina no poder político acena para o resgate da credibilidade internacional, que nos alinhará com o mundo mais desenvolvido e menos submetido a ideologias decadentes e fracassadas. O importante e fundamental é que a população está acordando para uma consciência política mais forte. As redes sociais, mesmo ainda vulneráveis à má intenção, foram decisivas nessas eleições e, doravante, serão um relevante meio de comunicação daqueles que não aceitam mais serem submetidos à massificação cultural, homogeneização e robotização que aniquilam o nosso pensamento próprio.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina
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