In­fe­liz­men­te, a te­le­vi­são não en­can­ta ­mais ­pois co­lo­ca o se­xo em evi­dên­cia e não há preo­cu­pa­ção em vei­cu­lar o pro­gra­ma ade­qua­do pa­ra o ho­rá­rio e a fai­xa etá­ria. As crian­ças aca­bam as­sis­tin­do o que não de­ve­riam.
  Sem dú­vi­da, a qua­li­da­de da TV bra­si­lei­ra já foi me­lhor. A pro­gra­ma­ção exi­bia me­nos ce­nas de se­xo e de vio­lên­cia. No en­tan­to, ape­sar das fa­lhas, a maio­ria dos pro­gra­mas da TV aber­ta tem um al­to ín­di­ce de au­diên­cia e ain­da cha­ma a aten­ção da po­pu­la­ção. Se­ria in­te­res­san­te uti­li­zar o gran­de po­der da TV pa­ra in­cu­tir edu­ca­ção e ci­da­da­nia nas pes­soas.

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