O Dunga está na mesma situação do Vanderlei Luxemburgo no comando da seleção brasileira há oito anos atrás: se perder as Olimpíadas, não continua como treinador. O Dunga foi uma escolha muito conservadora da CBF, assim como tinha sido o Parreira para a Copa de 2006.
Sobre a interferência da CBF na convocação do Ronaldinho Gaúcho para as Olimpíadas, é uma questão de marketing. A seleção brasileira já foi privatizada. O técnico hoje é muito mais um ventrículo do que alguém que comanda alguma coisa. São os patrocinadores e empresários que dão as cartas na seleção.

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