Coração de estudante
Como ministra, minha intenção seria pôr fim à lógica do ''estou estudando para passar''. Penso que a educação, em si, tem que caminhar para um ideal. Vemos, hoje, vestibulares e demais concursos gerando alunos que buscam cumprir uma meta instantânea.
Assumiria sabendo que as coisas não são assim. Precisa-se formar alunos para a vida. O conteúdo acadêmico deveria servir de suporte para o desenvolvimento da vida, articulando a linguagem de todos os conteúdos essenciais.
É importante, dentro das salas de aula, que os alunos saibam que aquilo que lhes é passado terá uma utilização. Diante dessa situação-problema, agiria, também, de forma que as informações fossem aplicadas a situações do dia-a-dia.
Um exemplo a ser aplicado nas escolas: não condenar a internet ou programas de mensagens como o MSN. Ali, os alunos podem elaborar pensamentos, tendo ciência de que essa não é a linguagem do dia-a-dia.
Por fim, a partir do 2º e 3º colegiais, apostaria em instituir, em todas as escolas, grupos de estudos. Esses grupos seriam voltados à área de destaque do aluno, separando o comum do específico.





