Estou achando bastante interessante a retomada do movimento estudantil na discussão do Plano de Segurança da UEL. Acredito que, com esse novo fato, o grupo, que estava disperso, passou a se unir, a discutir em conjunto aquilo que se resumia às salas de aula, a poucas pessoas.
Em relação à construção de um muro, por exemplo, sou totalmente contra. Três metros de altura de concreto, cercando toda a universidade, não é e nem deve ser a prioridade. Esse dinheiro poderia ser gasto em projetos de extensão: em vez de isolar, traríamos a sociedade para dentro da instituição.
De qualquer forma, reafirmo que a discussão é válida porque envolve outros setores da cidade.

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