O ideal é a criança priorizar os estudos, mas é muito difícil para quem não tem essa condição e às vezes precisa ajudar no complemento da renda da família. A escolha de trabalhar ou não deve partir do jovem, mas deixando bem claro para ele que o melhor caminho é a educação.

Não existe limite para ser estabelecido dizendo a partir de qual idade o jovem pode começar a trabalhar. Uma boa saída seriam os cursos profissionalizantes dentro das escolas, ensinando uma profissão para quem não consegue cursar uma faculdade.

Não sei se o governo tem interesse em investir nesta questão, porque a gente vê muitas políticas educacionais erradas. Não acho certo, por exemplo, tirar dinheiro das universidades para investir nas particulares, através do ProUni.

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