CORAÇÃO DE ESTUDANTE
Não me considero nem punk nem patricinha. Durante a semana, sempre ando mais básica, despojada. Já no final de semana, dou uma caprichada na produção, para sair e tudo mais. Quanto à música, também não me enquadro em uma tribo: gosto de tudo, menos de heavy metal. Meus amigos seguem o mesmo estilo.
Ano passado fiz festa de 15 anos e usei rosa. Me chamaram de patricinha. Existe aquele pensamento que se a pessoa está mais arrumada, é patricinha, se está de preto, é punk.
Independente de a pessoa ser dessa ou daquela tribo, o preconceito não está com nada, cada um veste, ouve e apresenta o que quer. Sou democrática.





