Copa movimenta a torcida e o comércio de Londrina
Lojas e espaços públicos já estão "vestidos" de verde-amarelo à espera do hexa que a Seleção pode conquistar em 2026
PUBLICAÇÃO
sábado, 06 de junho de 2026
Lojas e espaços públicos já estão "vestidos" de verde-amarelo à espera do hexa que a Seleção pode conquistar em 2026
EQUIPE DA FOLHA 
Falta pouco: a cinco dias do início da Copa do Mundo 2026, as cidades já estão "vestidas" de verde-amarelo e não há loja e espaços públicos que não exibam bandeirinhas, camisas da Seleção e outros itens temáticos indicando que o Brasil se prepara para dias de gols e uma pausa no trabalho para soltar o grito preso na garganta.
Afinal, a Seleção Brasiliera espera a taça do hexa há 24 anos, mas agora o passado não conta, a esperança é de um futuro melhor assim que a bola começar a rolar nos estádios dos Estados Unidos, México e Canadá, onde serão realizados os jogos numa experiência inédita das seleções que deverão percorrer três países.
No Brasil a sensação é que a bola vai rolar ali mesmo, no Maracanã, deixando o país em estado de êxtase, com o coração na boca e o mantra "goolll" pronto para ser entoado.
Em Londrina, como no resto do País, a expectativa de vendedores e torcedores é de que o Brasil conquiste o hexacampeonato e, até por isso, as camisas verde-amarelas não-oficiais vendem como água, mesmo custando cerca de R$ 90,00, como mostra reportagem nesta edição. Do tamanho P ao GG quase tudo está se esgotando, segundo a reportagem da FOLHA que percorreu lojas do centro. Outros ítens temáticos, como chaveiros, balões e fitas podem ser adquiridos por preços mais acessíveis, em torno de R$ 10,00.
Durante a Copa, o brasileiro também põe a mão no bolso por outra mania nacional: os álbuns de figurinhas que, completos, podem chegar a custar R$ 7 mil, preço de um bom computador ou de uma viagem. Assim, os ábuns já podem ser considerados itens de luxo - como mostra outra reportagem da FOLHA - destinados apenas a parte da população com poder aquisitivo. E aí entra outra torcida: também é preciso ter sorte para não comprar pacotes com figurinhas repetidas, que, ainda assim, permitem trocas divertidas entre crianças e adolescentes para não pesarem tanto no bolso.
Em Londrina, para comprar itens temáticos mais baratos, uma opção é o Centro Público de Economia Solidária, entre as avenidas Rio de Janeiro e Juscelino Kubitschek, onde é possível adquirir cachecóis, chinelos e brincos a partir de R$ 8, 00 para ficar vestido de "verde-amarelo", como as cidades.
E se a torcida é grande para o Brasil chegar ao hexa, existe ainda uma torcida paralela, mais modesta, para que a Seleção vença pelo menos os primeiros jogos aquecendo as vendas. Melhor ainda se o Brasil chegar à grande final com a taça na mão para garantir o comércio cheio com todo mundo feliz desde a estreia do time de Carlo Ancelotti, no dia 13 de junho contra o Marrocos, até a final em 19 de julho, quando se espera que a Seleção de Vini, Endrick e Neymar faça bonito para fazer valer também os álbuns e bandeiras comprados à espera da vitória. Agora, é cruzar os dedos para entrar em campo e encher os caixas.
* Obrigado por ler a FOLHA.


