Conflito de informações ainda é problema para Itaipu
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domingo, 02 de dezembro de 2012
Redação FolhaWeb 
Itaipu mudou literalmente a paisagem de Foz do Iguaçu (Oeste) a partir da década de 1970, quando represou o Rio Paraná para criar um lago com 1,3 mil quilômetros quadrados, provocou o êxodo de 90 mil pessoas e transformou uma cidade de 20 mil habitantes em um polo com 101 mil moradores dez anos depois, em 1984, quando começou a efetivamente gerar energia.
Agora, 38 anos após os governos brasileiro e paraguaio terem criado a hidrelétrica binacional, a direção da Itaipu quer mudar novamente a imagem da região, com projetos e ações focando a diminuição do trabalho informal (leia-se contrabando) e incentivando o turismo. A informação é do jornalista Gilmar Piolla, de 42 anos, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional e presidente do Fundo de Desenvolvimento e Promoção Turística do Iguaçu.
Melhorar as condições sociais na fronteira é importante, mas o foco na principal atividade - gerar 92,2 milhões de megawatts-hora (MWh) - não pode se perder, ainda mais em tempos de apagões seguidos, como os três que ocorreram entre o fim de outubro e o início de novembro.
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