Tive o incentivo de ler a FOLHA DE LONDRINA em sala de aula e, desde então, passei a acompanhar mais o jornal. Essa regra devia valer para todos os jovens que, assim como eu, muitas vezes deixam de manter a regularidade na leitura do jornal.
Dentro das discussões em sala de aula, percebi que, além de ver as páginas 2 e 3, o universo da leitura vai muito além. Como temas que sugeriria, se eu fosse diretora da FOLHA, traria mais assuntos voltados à internet, mais matérias de comportamento e manteria, claro, o enfoque dado às páginas de política e economia.
Hoje, é imprescindível saber da cotação do dólar à gestão política do país. Então, se eu fosse diretora da FOLHA, provavelmente incentivaria repórteres e editores a essa busca pelo atual - que já acontece - com uma mescla de assuntos que transitam pelo universo de potenciais e fiéis consumidores: os adolescentes.

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