Como Deus quiser: Brasil Pentacampeão
Quando um time conquista a confiança e vai disputar a decisão, que no momento é a da Copa, ganha se tiver garra, vibrar e se armar para um confronto de nações, se impor em campo preparado para enfrentar um adversário conhecido, previsível e respeitável, mas não amedrontador.
Táticas, estratégias, armações e equações numéricas não faltam: 5-4-1, 3-5-2, 4-3-3, 4-4-2, 2-4-4, 4-2-4, 1-4-3-2, 5-3-2, 2-5-3 e até 2-6-2.
Existe a melhor de todas: 1 a 0. O que vale é vencer na final, seja por esse ou pelo placar de 3 a 0, ou misturando todos os números e somando um só: cinco títulos mundiais.
Chegou a hora! O Brasil entra em campo para a final da Copa não como favorito, mas como um time que se integrou, afirmou a confiança individual de cada jogador e não abriu espaço para a badalação. Pinta como a Seleção do PENTA.
Os números da rivalidade só acrescentam, transformam-se em motivação e desafio para colocar o talento, a raça e a superação em campo. Orgulho maior do que ouvir o Hino Nacional perfilado antes de começar a partida, é respeitar as linhas retas do gramado e criar atalhos para se chegar a um só lugar: o gol.
O Brasil vai chegar lá.
Decisão de Copa do Mundo, quando a Seleção está no jogo, para qualquer brasileiro só tem um resultado.
Levantar e beijar a taça!!!
Ricardo da Guia Rosa





