Recentemente, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançaram as imagens que ilustram as embalagens de cigarro. Mais chocantes, de forma a conscientizar os jovens, que a cada dia começam a fumar mais cedo. Foi um avanço.
Temos, também, a questão dos fumantes passivos: o que determina lesões no pulmão ou em qualquer outro órgão é o tempo de exposição ao cigarro e a quantidade de cigarros fumados por dia.
Daí a necessidade de investirmos cada vez mais em campanhas. Os índices de fumantes têm caído, mas ainda creio que faltem ações mais efetivas sobre os jovens: a maioria experimenta o primeiro cigarro antes dos 18 anos. Uma vez inseridos no vício, a probabilidade de se livrarem é mais difícil e, para piorar, a incidência de enfisemas, de câncer e de problemas pulmonares é escancaradamente maior.

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